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Se voc? est? disposto a gastar em torno de R$ 2.000 num smartphone, mas receia que ele n?o entregue tudo o que promete ou o deixe na m?o quando mais precisar, abra o olho. Para os leigos, todo smartphone topo de linha parece igual, com internet 3G, m?sica, v?deo, telas grandes e sens?veis ao toque, redes sociais e ferramentas de trabalho. Mas ao manusear cada um, fica evidente que agradar um usu?rio exigente pode ser t?o f?cil quanto desagrad?-lo. De que adianta um super smartphone que lava, passa e faz cafezinho se na metade do expediente a bateria acaba? Ou ent?o, um aparelho bonito e de bom desempenho, mas que n?o entrega as funcionalidades que voc? mais queria ou, pior, o faz padecer na hora de digitar um simples email?

? importante ressaltar que smartphones costumam ter foco para trabalho ou entretenimento, mesmo os topo de linha. Todos os aparelhos testados podem ser usados em ambas as situa??es, mas, evidentemente, recebem mais capricho nas fun??es voltadas para seu p?blico-alvo. Antes de fazer sua escolha, ? importante que voc? defina que caracter?sticas s?o imprescind?veis para seu tipo de uso. Recomenda-se at? mexer nele antes da aquisi??o, para ver se sua vista e coordena??o motora estar?o afinados com celulares-computadores t?o pequenos.

Quesitos avaliados:

- Desempenho (que engloba agilidade na abertura e altern?ncia entre aplica??es)
- Funcionalidades (caracter?sticas diversas que d?o o car?ter ?canivete-su??o? dos smartphones)
- Bateria (autonomia em situa??es de uso intenso de voz e dados)
- Facilidade de uso (interface amig?vel e que n?o exija muito tempo de aprendizado para suas diversas fun??es)

Aparelhos que participaram do teste:

- Nokia N97 (lan?ado no fim de agosto)
- HTC Touch Pro (chega ao mercado em outubro)
- Blackberry Bold
- Blackberry Storm
- iPhone 3GS (lan?ado no fim de agosto)

Caracter?sticas de cada smartphone:

Nokia N97

- O N97 tem tela sens?vel ao toque, uma das mais bonitas entre os aparelhos mais recentes da Nokia. A tela principal pode ser configurada com widgets - pequenos aplicativos que podem ser arrastados para qualquer lugar da tela. Entre eles, destacam-se previs?o do tempo, emails, Facebook, tocador de m?sica e transmissor de FM. Tem 3G, GPS, Wi-Fi e um teclado deslizante, no qual chama a aten??o o teclado recuado ? direita. O N97 vem com o Comes With Music, para o usu?rio baixar de gra?a m?sicas da loja da Nokia por um ano. Depois desse per?odo, ? poss?vel mant?-las no aparelho e no computador. ? o smartphone perfeito para quem gosta de redes sociais. Sua c?mera de 5 megapixels, com lentes Carl Zeiss e flash, foi a que teve melhores resultados entre os aparelhos do teste, com fotos excelentes. Conta ainda com uma segunda c?mera frontal para videoconfer?ncia.

HTC Touch Pro

- O Touch Pro, topo de linha da HTC, tem tela touchscreen e um excelente teclado f?sico. A interface Touch Flo 3D deixa o Windows Mobile mais bonito a facilita a execu??o das tarefas triviais de mensagens, emails, fotos e m?sica. Mas ? imposs?vel esconder o ?esqueleto? do Windows Mobile, considerado por leigos um sistema confuso. Para quem quer um smartphone poderoso para trabalhar, ? a op??o mais completa, com 3G, Wi-Fi, aplicativos do Office, impress?o de documentos por rede e, o supra-sumo, uma placa de v?deo dedicada. Com um cabo video componente (que n?o acompanha o produto), ? poss?vel ligar o Touch Pro num monitor ou datashow e rodar v?deos. Como ele tem PowerPoint nativo, eis uma ?tima op??o para professores ou executivos que fazem muitas apresenta??es. Tem 2 c?meras, a principal traseira de 3.2 MP, e a secund?ria, frontal, para videoconfer?ncias.

Blackberry Bold

- Verdadeiro sucesso de vendas, o Bold inova com capacidades multim?dia, uma tela de excelente defini??o e um design arrebatador: arredondado e com textura em couro no verso. Mas por dentro, continua sendo um Blackberry, imbat?vel em ferramentas de comunica??o, como email e IM. Mas o melhor da RIM at? hoje, com 3G, wifi, GPS. A c?mera de 3 MP com flash, por?m, ? o ?nico ponto fraco: as imagens obtidas ficaram bem aqu?m da m?dia dos aparelhos concorrentes. Seu teclado ? espa?oso e de digita??o confort?vel. O Bold vem com a Blackberry App World, loja de aplicativos para baixar programas.

Blackberry Storm

- Primeiro Blackberry com touchscreen, o Storm tem uma bonita tela de 3,2?. A entrada de textos ? baseada no sistema SurePress. Encostando na tecla, a letra ? selecionada, e ao pression?-la, ? efetivamente clicada. A tela toda ?desce? e d? a sensa??o de estar usando um teclado f?sico. Na vertical, o teclado tem 2 letras por teclada e a escrita se baseia na previsibilidade de palavras - o que nem sempre d? muito certo. Inclinando na horizontal, o teclado transforma-se num QWERTY. O Storm tamb?m vem com a Blackberry App World, loja de aplicativos para baixar programas e personalizar o aparelho. A c?mera de 3.2 MP e flash ? melhor que a do Bold, gra?as ao ?autofoco?, que melhora consideravelmente a qualidade das fotos.

iPhone 3GS

- O ?fen?meno? da Apple justifica toda a fama logo no primeiro toque. De beleza indiscut?vel tanto no design como na interface, tem um deslize suave entre telas e ? de fac?lima compreens?o, sendo o mais indicado para leigos e n?o aficcionados por tecnologia. A tela ? a melhor entre os aparelhos testados para quem tem dificuldade de leitura. Traz como navegador o Safari, id?ntico ? vers?o para computador, o que tamb?m al?a o 3GS a um aparelho top para navega??o. Assim, usar a internet n?o requer nenhuma habilidade extra. Sua c?mera de 3.2 MP al?m de fotografar tamb?m grava (e at? edita os clipes) nessa nova vers?o 3GS.

Nossas conclus?es:

Como dito no in?cio desse teste comparativo, smartphones costumam ter foco para trabalho ou entretenimento. Todos os aparelhos testados podem ser usados em ambas as situa??es, mas evidentemente recebem mais capricho nas fun??es voltadas para seu p?blico-alvo.

Os dois Blackberry s?o aparelhos de cunho corporativo que, pela primeira vez, ganharam refor?os em multim?dia para agradar tamb?m os usu?rios comuns. Enquanto o Bold brilha nos dois quesitos (com ?tima tela e ?timo teclado, apesar de um pouco grandinho) o Storm entrega mal ambos, pois trope?a na estabilidade do sistema e sequer oferece Wi-Fi, unanimidade em topos de linha. Mas a tela grande e brilhante ? interessante para quem tem dificuldades de enxergar nos Blackberry de telas menores, sem touch.

O HTC Touch Pro ? o mais ?poderoso? dos smartphones voltados ao trabalho, com tantos recursos que permite que em muitos casos at? se deixe o laptop em casa. Mas a interface Windows Mobile pode ser um fator complicador para os estreantes em mobilidade, sem contar que ? o mais espesso e pesado dos dispositivos participantes nesse teste.

J? Nokia N97 e iPhone 3GS s?o claramente aparelhos para lazer. O N97 ? excelente para quem gosta de redes sociais, que podem ser facilmente acessadas pelos widgets. Apesar da loja de m?sicas da Nokia nativa no aparelho (algo que a Apple ainda n?o oferece no Brasil), acess?-la mostrou-se um trabalho complicado, com downloads demorados. Baixamos m?sicas em mais de uma rede 3G e numa rede Wi-Fi local e constatamos que a loja realmente n?o prima em desempenho. O touchscreen tamb?m ? deficiente. Por outro lado, o iPhone 3GS deu um banho em rapidez e simplicidade de uso. S? ficou devendo em ferramentas para trabalho. Os pre?os, condi??es de compra e dificuldades que os consumidores est?o passando no Brasil para adquirir o iPhone 3GS s?o bastante desanimadores.

Para fazermos a escolha do Laborat?rio, analisamos todos os pontos fortes e fracos dos aparelhos, considerando tamb?m seu custo-benef?cio. Dentre todos, o Blackberry Bold foi o que mostrou maior equil?brio, com ferramentas de trabalho maduras, boa capacidade multim?dia e autonomia de bateria campe?, sendo, portanto, nossa escolha.

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[ N?O H? LINKS NESTA MAT?RIA ]Apesar da popularidade das c?meras em celulares, as digitais compactas ainda levam vantagem quando o assunto ? versatilidade e qualidade de imagem. N?o maiores que um ma?o de cigarros, elas s?o discretas, f?ceis de usar e entram em qualquer bolso, podendo ser assim a companhia ideal para qualquer atividade formal ou informal, como passeios, reuni?es de fam?lia, viagens de lazer ou de neg?cios e at? mesmo baladas.
Sendo assim, passado mais de um ano, o Laborat?rio Digital volta a esse assunto e analisa algumas c?meras digitais compactas que voc? pode encontrar no mercado.

Os participantes

Devido ? grande variedade de fabricantes e modelos de c?meras, preferimos nos concentrar nas principais marcas, e destas responderam ao nosso convite a Canon, com sua Powershot SD1200 IS, a Fujifilm com a FinePix J10, a Panasonic, com a Lumix FX56 e a estreante Samsung, com a PL50. Entre as empresas convidadas que n?o puderam participar - por estarem trocando de linha ou n?o terem equipamentos para avalia??o - est?o a Sony e a Olympus.
Se comparado com o teste do ano passado, o que pudemos notar ? que apesar dos pre?os terem ca?do sensivelmente ? na m?dia em torno dos R$ 800 ? a resolu??o do sensor parece ter se estabilizado na faixa dos 8 a 10 megapixels. Isso ? um bom sinal de que o n?mero de pontos da tela come?a a perder import?ncia na c?mera dos sonhos dos consumidores em favor de recursos mais elaborados capazes de produzir melhores imagens.

Estabiliza??o de imagem

Apesar de o mercado, de tempos em tempos, eleger um super recurso que parece at? justificar a troca da sua c?mera atual por uma mais nova ? como sistema de foco por detec??o de face e suas varia??es como sensor de sorrisos ou anti-piscada de olhos ?, ainda achamos que um recurso que realmente mudou a vida dos fot?grafos para muito melhor foi o estabilizador de imagens. Esse, por sinal, ? um dos poucos quesitos que colocamos no nosso convite, de modo que todos os participantes oferecem pelo menos esse recurso.Ele ? particularmente interessante em ambientes internos ou mal iluminados para uma c?mera, como os interiores de casas ou situa??es onde n?o se deseja o efeito duro e chapado da luz de flash. Com o estabilizador ? poss?vel obter imagens com uma ilumina??o mais natural e bem mais de acordo com a vis?o do fot?grafo.
No geral, os fabricantes implementaram esse recurso por meio de duas t?cnicas diferentes: a mais simples ? aumentando a sensibilidade do sensor de imagem (o chamado ISO boost), permitindo assim o uso de velocidades maiores. O grande problema dessa solu??o ? que o resultado final pode ser uma imagem mais granulada, o que pode n?o ser do agrado de alguns usu?rios. De fato, o mesmo efeito pode ser obtido por c?meras ?sem estabiliza??o?, bastando apenas aumentar a sensibilidade ISO para 800 ou at? 1.600. Entre as participantes, aquela que adotou essa solu??o ? a J10 da Fuji. A Samsung adota um sistema batizado de DIS, o qual acreditamos ser algum tipo de ajuste por software, j? que a imagem demora alguns segundos para ser processada e apresentada na tela.  Outra solu??o mais elegante, por?m mais complexa, ? a chamada ?lens shift?, na qual sensores montados na c?mera identificam os movimentos involunt?rios do fot?grafo, corrigindo esse problema movimentando, em tempo real, um dos elementos ?pticos da sua objetiva. Com isso ? poss?vel minimizar o efeito de tremedeira mantendo a exposi??o correta. Esse ? o caso da Panasonic e da Canon.
De qualquer modo, vale a pena observar que a efici?ncia do estabilizador de imagem tem seus limites, de modo que o sistema n?o consegue compensar movimentos r?pidos ou bruscos. A dica mais b?sica e ideal, no entanto, ? que o fot?grafo procure segurar firme a c?mera na hora de bater a foto.
Dos modelos analisados, apenas a Powershot SD1200 IS ainda vem equipada com um visor ?ptico, enquanto que nos outros modelos o enquadramento tem que ser feito pela tela LCD. As telas, ali?s, tamb?m n?o variaram muito - 2,5? a 2,7? -, assim como sua resolu??o - 230 mil pontos. A exce??o ficou por conta do modelo da Fuji com apenas 115 mil pontos. Isso n?o interfere na qualidade final da imagem, mas pode interferir na leitura das informa??es na tela.
A rela??o de aspecto dessas telinhas ? o 4:3 - o mesmo das TVs de tubo -, que por sinal ? o mesmo formato adotado por todas as c?meras, apesar da J10 tamb?m oferecer o formato 3:2 - a mesma dos fotogramas de filme 35 mm - e a Powershot e a PL50 oferecerem o formato 16:9, o mesmo das TVs LCD. A Lumix ? a ?nica a oferecer esses tr?s formatos.

Op??es de armazenamento

Uma tend?ncia que come?a a se consolidar nesse mercado ? a padroniza??o do formato de cart?o de mem?ria ao redor do padr?o SD, al?m de suas variantes como o MMC e o SDHC. Mesmo empresas como Olympus e Fuji, que apoiam um padr?o pr?prio, o xD Picture Card, agora tamb?m aceitam SD (caso do J10).
Como ? comum nos modelos de entrada, alguns j? v?m com um banco de mem?ria interna, o que permite que o usu?rio possa bater algumas fotos sem ter adquirido um cart?o de mem?ria.
Nesse quesito, quem leva a melhor ? a Lumix, que j? vem com 50 MB de mem?ria interna (mais 2 GB em SD), seguido pela Samsung PL50, com 30 MB de mem?ria interna e nenhum cart?o. A Canon Powershot n?o costuma vir com mem?ria embutida, mas a Elgin inclui um cart?o SD de 1 GB no seu pacote.
Em termos de conectividade com o PC, todos os fabricantes utilizam portas USB 2.0, mas o que n?o nos agradou muito ? o fato das empresas equiparem seus modelos com conectores de desenho pr?prio. Se de um lado ganha o fabricante que utiliza apenas um conector, do outro perde o usu?rio que se v? obrigado a carregar um ou mais cabos na sua bagagem (e reze para n?o perd?-lo). Uma meia-solu??o honrosa foi encontrada pela Canon, que apesar de usar o mesmo conector para dados e v?deo, aceita tamb?m um cabo USB 2.0 mini padr?o.

Baterias

Com rela??o ?s baterias, para ganhar em espa?o todos os modelos analisados vieram com baterias recarreg?veis de desenho propriet?rio, o que pode ser uma ben??o por n?o ter que gastar dinheiro com pilhas. Ou uma maldi??o caso voc? precise de uma reposi??o num momento qualquer. Com exce??o do modelo da Samsung, que recarrega sua bateria dentro da c?mera, recebendo energia via cabo USB vinda de um PC ou adaptador de rede el?trica, todos os modelos vieram equipados com carregadores tradicionais externos.
A vantagem da solu??o da Samsung est? na sua simplicidade, mas ela tamb?m apresenta desvantagens, j? que o usu?rio tem que parar de fotografar para recarregar sua bateria, ao contr?rio de outros modelos que podem fotografar com uma bateria e manter outra no carregador.
Vale a pena observar que tanto o modelo da Canon quanto da Panasonic tamb?m podem funcionar ligados na rede el?trica, mas tal acess?rio s? ? oferecido como um opcional.

Modos de cena

Essa talvez seja a ?rea onde os fabricantes mais tentam inovar oferecendo ajustes pr?-programados cada vez mais sofisticados e que procuram atender as necessidades mais imprevistas.
No geral, todos os modelos analisados possuem um ou mais modos para retratos, paisagens, cenas de a??o/esportes, macro, cen?rios noturnos, fogos de artif?cio, por do sol, etc.
A J10 da Fuji, por exemplo, possui modos de cena espec?ficos para fotografar documentos impressos ou ser usado dentro de museus. A Powershot tem um programa para crian?as e animais, incluindo peixes em aqu?rios. A Lumix tamb?m tem programas para mascotes - com op??o de registrar seu nome e idade - e um modo que adiciona bordas decorativas nas fotos. J? a Samsung oferece um curioso modo ?guia de enquadramento? que ajuda o usu?rio a tirar diversas fotos com o mesmo enquadramento, mesmo sem usar um trip?, al?m do chamado ?beauty shot?, que retoca a pele de uma pessoa para parecer mais suave e bonita.

Nossas conclus?es

Pela nossas an?lises, a Lumix FS6 da Panasonic (R$ 899) ? o produto que oferece a melhor rela??o entre pre?o e desempenho. E por causa disso ? a marca que receber? nossa Escolha do Olhar Digital. Apesar de ser um equipamento de 8 megapixels, ela vem equipada com uma lente DC Vario-Elmarit com a chancela da Leica, uma marca que realmente agrega valor ao produto. Fora isso, junto com a Canon a FS6 foi a que ofereceu o sistema de estabiliza??o mais eficiente e a que j? vem com mais mem?ria j? inclusa - 50 MB internos + um SD de 2 GB. A Canon Powershot seria uma s?ria candidata a bater a Lumix, mas ela sofre do mesmo problema de seu antecessor avaliado no ano passado: seu pre?o est? bem acima da concorr?ncia - R$ 1.299.
Para aqueles que ainda levam o n?mero de megapixels como principal fator de decis?o numa compra, nossa sugest?o fica por conta da PL50 da Samsung - R$ 799 ? que, apesar de ser nova no nosso mercado, apresenta uma solu??o muito interessante por um pre?o bastante agressivo como ? costume da empresa. Seu grande atrativo estaria na abertura da sua objetiva zoom, que no modo grande angular chega at? 28 mm - contra 33 mm da Lumix. Em contrapartida, seu sistema de estabiliza??o de imagem n?o nos pareceu t?o eficiente quanto o da Lumix, al?m de demandar uma consider?vel perda de tempo (ou time lag) entre duas fotos.

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