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O Laboratório Digital desse mês avaliou os modelos de filmadoras mais acessíveis do mercado, mas que, apesar do preço baixo, não abrem mão da qualidade. Três marcas se encaixaram nesse perfil: a JVC, com o modelo GZ-MS110; a Panasonic, com o SDR-T51; e a Samsung, com a filmadora SMX-CC200. A primeira observação vai para o tamanho dos aparelhos. As câmeras evoluíram muito: todas cabem na palma da mão e pesam cerca de duzentos gramas! Ou seja, são super portáteis e fáceis de levar para qualquer lugar.

Bateria

Nada mais chato que perder uma imagem simplesmente porque a bateria acabou. Por isso, consideramos esse item super importante. Aqui, quem se deu bem foi a Samsung. O equipamento da coreana gravou firme e forte durante 2 horas e quarenta minutos. Um pouco mais atrás, ficou a JVC: 2 horas e 5 minutos. Já a Panasonic ficou na lanterna, com apenas 1 hora e 40 minutos.

Memória

Todas os modelos testados trazem cartões de memória. Ou seja, você pode comprar os tamanhos que melhor se encaixam ao seu bolso e ao seu uso. A exceção ficou por conta da Panasonic. Além dos slots para os cartões, ela oferece também 4 GB de memória interna. Um recurso bem legal, que dá a vitória ao equipamento nesse quesito, já que 4 GB são suficientes para gravar cerca de 1 hora e quarenta minutos de vídeo em resolução normal.

Aproveitando, fica a dica: quando você comprar um equipamento como esse, não se esqueça de levar junto um cartão de memória. Se não, você vai chegar em casa e ter a experiência frustrante de não poder usar o brinquedo novo.

Lentes e Zoom

Acredite, esse é um dos itens mais importantes na hora de escolher uma filmadora. Afinal, o conjunto de lentes é um dos principais diferenciais hoje em dia entre uma filmadora e um smartphone que também grava vídeos. As lentes maiores garantem mais qualidade e mais zoom.

Aqui vale outra dica: preste especial atenção no zoom óptico. Ele é o mais importante porque é feito pelo conjunto de lentes e não pelo software. Nesse assunto, quem se deu melhor foi a Panasonic. Suas lentes oferecem um zoom de até 70x. Em segundo lugar ficou a JVC, com 39x. Aqui, a Samsung ficou na lanterna, com um zoom de apenas 10x.

Também existe o zoom digital. Com ele não existe uma ampliação real, mas sim uma simulação por meio do software interno da câmera. Por isso os valores são bem mais altos e, no nosso teste, variaram de 800x, no caso da JVC, a 3500x, no caso da Panasonic. Mas não se iluda porque, nas ampliações maiores, a imagem se distorce, além de ser praticamente impossível manter a estabilidade.

Um outro detalhe que também tem a ver com as lentes é a possibilidade de tirar fotos. Apesar de não ser  o objetivo dessas máquinas, com exceção da JVC, as demais também funcionam como câmera fotográfica. Mas, a qualidade não é das melhores. A menos ruinzinha é a Samsung que faz fotos com 1.9 megapixels. Cá entre nós, uma qualidade que serve apenas para a internet.

Preço

Essas câmeras estão entre os modelos mais acessíveis do mercado. Os valores foram pesquisados durante o mês de março de 2011. A mais em conta é a Samsung, por R$ 540. A JVC custa R$ 600. E a mais cara é a da Panasonic, por R$ 840.

Um detalhe importante: como essas são filmadoras mais simples e menos caras, nenhuma delas oferece a possibilidade de gravação em alta resolução.

Conclusão

Contrariando as expectativas do bolso, a escolha do Olhar Digital é o modelo SDR-T51, da Panasonic. Apesar de um pouco mais cara, ela leva vantagens importantes. Primeiro: já vem com 4 GB de memória interna. Pode parecer pouco, mas evita a frustração de não poder gravar na ausência de um cartão de memória. Depois, tem a lente, que oferece o maior zoom. Esse item pesou bastante na decisão, já que quando se fala de filmadora, lente é quase tudo.

A câmera da Samsung oferece uma boa gama de efeitos especiais e se diferencia por trazer o software de gerenciamento de imagem para PCs embutido na máquina. Mas o zoom óptico, de apenas 10x, realmente é um ponto bem fraco. A JVC, por apenas R$ 60,00 a mais, já traz zoom mais potente. 

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Neste mês, o Laboratório Digital analisou o desempenho de impressoras a laser coloridas para uso doméstico ou em pequenas empresas. Os equipamentos se destacam por serem mais rápidos do que os modelos jato de tinta e por utilizarem, em média, até dez vezes menos cartuchos, para imprimir o mesmo número de páginas.

Outra vantagem é que as laser também imprimem em papeis de maior gramatura, como os fotográficos, a um custo bem acessível. O resultado são fotos com ótima qualidade e cores vibrantes. E tem mais: esse tipo de impressora geralmente já vem conexão de rede de fábrica, inclusive algumas sem fio.

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
Testamos três das mais novas impressoras do mercado, a LaserjetPro Color CP1525nw, da HP; a CLP-325W, da Samsung; e a Phaser 6140, da Xerox. O primeiro detalhe é que elas ainda são bem pesadas. A mais leve, da Samsung, tem 11 kg, enquanto as demais pesam mais de 18 kg.

Esses modelos também são maiores do que as impressoras jato de tinta tradicionais, sendo que o modelo da Xerox tem quase o dobro da altura das demais.

INSTALAÇÃO
O processo de instalação é bem simples, basta seguir o passo a passo dos CDs, inclusive para a conexão em rede. Fica apenas uma dica: se você tem mais de um computador, instale os drivers em todos eles. Nesse quesito, HP e Samsung levam a melhor, uma vez que elas já vêm prontas para redes sem fio.

A Xerox, por sua vez, precisa de um acessório, comprado a parte. Outro ponto fraco do mesmo modelo é que no CD de instalação não existe o driver para o Windows 7, o que exige fazer o download da nova versão.

VELOCIDADE E QUALIDADE
Se a impressora da Xerox peca pelo tamanho, ganha na velocidade. Ela imprime 18 páginas por minuto (ppm) no modo colorido e 20 ppm no monocromático, contra, respectivamente, 8 ppm e 12 ppm da HP. Já a Samsung é a mais lenta no modo colorido, com apenas 4 ppm, mas tem desempenho melhor no preto e branco, com 16 ppm.

Em relação à qualidade, avaliamos imagens coloridas e padrões monocromáticos impressos em papel fotográfico. Quem obteve os melhores resultados foi a HP, seguida pela Xerox e, por último, a Samsung.

CUSTO POR PÁGINA
Esse é um item super importante. Isso porque um toner ou um cartucho de tinta pode custar tanto quanto a própria impressora, ou até mais. Nos nossos testes, a HP registrou o menor custo: R$ 0,33 por página colorida impressa. Em segundo lugar ficou a Xerox, com R$ 0,49, e a Samsung apareceu com o mais cara, com R$ 0,54.

PREÇO
No caso das impressoras a laser, o barato, realmente sai mais caro. Alguns cartuchos de toner que acompanham uma impressora nova vêm com capacidade reduzida. Isso aconteceu no caso da Samsung e da Xerox.

Assim, a impressora da Samsung custa R$ 650 e é R$ 200 mais barata do que a HP, que sai por R$ 850,00. Esta última, por sua vez, vem com autonomia para imprimir praticamente o dobro de páginas. Ou seja, seria preciso adquirir um conjunto completo de toner para a Samsung ter a mesma capacidade da HP, o que significa um acréscimo de R$ 672 na conta.

No final, a vantagem que era de R$ 200, vira uma desvantagem de aproximadamente R$ 470 para quem optar pela Samsung, em vez da HP.
Já quanto à Xerox, o preço praticado é o mesmo da Samsung, mas o modelo tem uma autonomia um pouco superior, mas ainda bem abaixo da autonomia da HP.

CONCLUSÃO
A escolha do Olhar Digital é a LaserjetPro Color CP1525nw, da HP. Ela apresentou o melhor preço, o melhor custo por página e a melhor qualidade de impressão. Além disso, a HP também se lembrou do consumidor num detalhe que até pode parecer bobo: ela incluiu o cabo USB. Já que é frustrante a experiência de chegar em casa, querer usar a impressora e só então perceber que esqueceu de comprar o cabo.

A Xerox, por sua vez, é a opção para quem precisa de velocidade e não se incomoda com tamanho. Enquanto a Samsung é exatamente o oposto, sendo mais compacta, porém mais lenta em impressão colorida.

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O Laboratório Digital desse mês avaliou os modelos de filmadoras mais acessíveis do mercado, mas que, apesar do preço baixo, não abrem mão da qualidade. Três marcas se encaixaram nesse perfil: a JVC, com o modelo GZ-MS110; a Panasonic, com o SDR-T51; e a Samsung, com a filmadora SMX-CC200. A primeira observação vai para o tamanho dos aparelhos. As câmeras evoluíram muito: todas cabem na palma da mão e pesam cerca de duzentos gramas! Ou seja, são super portáteis e fáceis de levar para qualquer lugar.

Bateria

Nada mais chato que perder uma imagem simplesmente porque a bateria acabou. Por isso, consideramos esse item super importante. Aqui, quem se deu bem foi a Samsung. O equipamento da coreana gravou firme e forte durante 2 horas e quarenta minutos. Um pouco mais atrás, ficou a JVC: 2 horas e 5 minutos. Já a Panasonic ficou na lanterna, com apenas 1 hora e 40 minutos.

Memória

Todas os modelos testados trazem cartões de memória. Ou seja, você pode comprar os tamanhos que melhor se encaixam ao seu bolso e ao seu uso. A exceção ficou por conta da Panasonic. Além dos slots para os cartões, ela oferece também 4 GB de memória interna. Um recurso bem legal, que dá a vitória ao equipamento nesse quesito, já que 4 GB são suficientes para gravar cerca de 1 hora e quarenta minutos de vídeo em resolução normal.

Aproveitando, fica a dica: quando você comprar um equipamento como esse, não se esqueça de levar junto um cartão de memória. Se não, você vai chegar em casa e ter a experiência frustrante de não poder usar o brinquedo novo.

Lentes e Zoom

Acredite, esse é um dos itens mais importantes na hora de escolher uma filmadora. Afinal, o conjunto de lentes é um dos principais diferenciais hoje em dia entre uma filmadora e um smartphone que também grava vídeos. As lentes maiores garantem mais qualidade e mais zoom.

Aqui vale outra dica: preste especial atenção no zoom óptico. Ele é o mais importante porque é feito pelo conjunto de lentes e não pelo software. Nesse assunto, quem se deu melhor foi a Panasonic. Suas lentes oferecem um zoom de até 70x. Em segundo lugar ficou a JVC, com 39x. Aqui, a Samsung ficou na lanterna, com um zoom de apenas 10x.

Também existe o zoom digital. Com ele não existe uma ampliação real, mas sim uma simulação por meio do software interno da câmera. Por isso os valores são bem mais altos e, no nosso teste, variaram de 800x, no caso da JVC, a 3500x, no caso da Panasonic. Mas não se iluda porque, nas ampliações maiores, a imagem se distorce, além de ser praticamente impossível manter a estabilidade.

Um outro detalhe que também tem a ver com as lentes é a possibilidade de tirar fotos. Apesar de não ser  o objetivo dessas máquinas, com exceção da JVC, as demais também funcionam como câmera fotográfica. Mas, a qualidade não é das melhores. A menos ruinzinha é a Samsung que faz fotos com 1.9 megapixels. Cá entre nós, uma qualidade que serve apenas para a internet.

Preço

Essas câmeras estão entre os modelos mais acessíveis do mercado. Os valores foram pesquisados durante o mês de março de 2011. A mais em conta é a Samsung, por R$ 540. A JVC custa R$ 600. E a mais cara é a da Panasonic, por R$ 840.

Um detalhe importante: como essas são filmadoras mais simples e menos caras, nenhuma delas oferece a possibilidade de gravação em alta resolução.

Conclusão

Contrariando as expectativas do bolso, a escolha do Olhar Digital é o modelo SDR-T51, da Panasonic. Apesar de um pouco mais cara, ela leva vantagens importantes. Primeiro: já vem com 4 GB de memória interna. Pode parecer pouco, mas evita a frustração de não poder gravar na ausência de um cartão de memória. Depois, tem a lente, que oferece o maior zoom. Esse item pesou bastante na decisão, já que quando se fala de filmadora, lente é quase tudo.

A câmera da Samsung oferece uma boa gama de efeitos especiais e se diferencia por trazer o software de gerenciamento de imagem para PCs embutido na máquina. Mas o zoom óptico, de apenas 10x, realmente é um ponto bem fraco. A JVC, por apenas R$ 60,00 a mais, já traz zoom mais potente. 

Continue lendo...

Neste mês, o Laboratório Digital analisou o desempenho de impressoras a laser coloridas para uso doméstico ou em pequenas empresas. Os equipamentos se destacam por serem mais rápidos do que os modelos jato de tinta e por utilizarem, em média, até dez vezes menos cartuchos, para imprimir o mesmo número de páginas.

Outra vantagem é que as laser também imprimem em papeis de maior gramatura, como os fotográficos, a um custo bem acessível. O resultado são fotos com ótima qualidade e cores vibrantes. E tem mais: esse tipo de impressora geralmente já vem conexão de rede de fábrica, inclusive algumas sem fio.

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
Testamos três das mais novas impressoras do mercado, a LaserjetPro Color CP1525nw, da HP; a CLP-325W, da Samsung; e a Phaser 6140, da Xerox. O primeiro detalhe é que elas ainda são bem pesadas. A mais leve, da Samsung, tem 11 kg, enquanto as demais pesam mais de 18 kg.

Esses modelos também são maiores do que as impressoras jato de tinta tradicionais, sendo que o modelo da Xerox tem quase o dobro da altura das demais.

INSTALAÇÃO
O processo de instalação é bem simples, basta seguir o passo a passo dos CDs, inclusive para a conexão em rede. Fica apenas uma dica: se você tem mais de um computador, instale os drivers em todos eles. Nesse quesito, HP e Samsung levam a melhor, uma vez que elas já vêm prontas para redes sem fio.

A Xerox, por sua vez, precisa de um acessório, comprado a parte. Outro ponto fraco do mesmo modelo é que no CD de instalação não existe o driver para o Windows 7, o que exige fazer o download da nova versão.

VELOCIDADE E QUALIDADE
Se a impressora da Xerox peca pelo tamanho, ganha na velocidade. Ela imprime 18 páginas por minuto (ppm) no modo colorido e 20 ppm no monocromático, contra, respectivamente, 8 ppm e 12 ppm da HP. Já a Samsung é a mais lenta no modo colorido, com apenas 4 ppm, mas tem desempenho melhor no preto e branco, com 16 ppm.

Em relação à qualidade, avaliamos imagens coloridas e padrões monocromáticos impressos em papel fotográfico. Quem obteve os melhores resultados foi a HP, seguida pela Xerox e, por último, a Samsung.

CUSTO POR PÁGINA
Esse é um item super importante. Isso porque um toner ou um cartucho de tinta pode custar tanto quanto a própria impressora, ou até mais. Nos nossos testes, a HP registrou o menor custo: R$ 0,33 por página colorida impressa. Em segundo lugar ficou a Xerox, com R$ 0,49, e a Samsung apareceu com o mais cara, com R$ 0,54.

PREÇO
No caso das impressoras a laser, o barato, realmente sai mais caro. Alguns cartuchos de toner que acompanham uma impressora nova vêm com capacidade reduzida. Isso aconteceu no caso da Samsung e da Xerox.

Assim, a impressora da Samsung custa R$ 650 e é R$ 200 mais barata do que a HP, que sai por R$ 850,00. Esta última, por sua vez, vem com autonomia para imprimir praticamente o dobro de páginas. Ou seja, seria preciso adquirir um conjunto completo de toner para a Samsung ter a mesma capacidade da HP, o que significa um acréscimo de R$ 672 na conta.

No final, a vantagem que era de R$ 200, vira uma desvantagem de aproximadamente R$ 470 para quem optar pela Samsung, em vez da HP.
Já quanto à Xerox, o preço praticado é o mesmo da Samsung, mas o modelo tem uma autonomia um pouco superior, mas ainda bem abaixo da autonomia da HP.

CONCLUSÃO
A escolha do Olhar Digital é a LaserjetPro Color CP1525nw, da HP. Ela apresentou o melhor preço, o melhor custo por página e a melhor qualidade de impressão. Além disso, a HP também se lembrou do consumidor num detalhe que até pode parecer bobo: ela incluiu o cabo USB. Já que é frustrante a experiência de chegar em casa, querer usar a impressora e só então perceber que esqueceu de comprar o cabo.

A Xerox, por sua vez, é a opção para quem precisa de velocidade e não se incomoda com tamanho. Enquanto a Samsung é exatamente o oposto, sendo mais compacta, porém mais lenta em impressão colorida.

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